Então é hora de entender que você pode voar.

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Entre tantas razões e desprazeres, o que queremos entender da vida são os diversos porquês de tantos nãos. Bem à frente das expectativas, às vezes estão as desilusões, que de tão imponentes parecem flagelar a certeza da própria glória. Quando o peito é covardemente invadido por sentimentos de medo e opressão, tudo que você deseja é acordar de um pesadelo. O que você precisa descobrir é o elo entre o amargo do insucesso e a certeza de que é preciso recomeçar.

No naufrágio marcado pelas ondas de decepção, afugentam-se visões de otimismo, afogam-se sons de melodias suaves. Cabe a você enxergar em meio às águas turvas que te cercam uma saída que está bem aí diante dos próprios olhos. Encha o peito de ar, domine os pensamentos de insucesso e entenda de uma vez que isso tudo é só um processo de mudança, de reconhecimento, de reencontro, de recomeço.


Transformar traz a dor do casulo, da troca de peles, de planos e pés. É o poder que a dor exerce sobre você que te faz mais frio ou mais forte, mais quente ou mais ágil que a própria dor. Siga em frente, protegido pela própria carcaça e vire-se de ponta-cabeça, troque de pele, pois o que você é agora já é grande demais para continuar como está, para permanecer onde está. 


Então é hora de entender que você pode voar. O casulo foi só uma fase, pois suas asas já estão prontas. Estique os braços, dê um brado de vitória, se jogue e voe. Abra os olhos e então veja a dimensão do universo que está aí, bem na palma das suas mãos.

Edson Sill 

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